Publicidade
  Publicidade
 

NINTENDO SIXTY-FOOOUR: Manual de
compras para o Dia das Crianças

COMENTÁRIO | ENVIE PARA UM AMIGO
 
Notícia disponibilizada em: 04/12/2009 às 16:37

NINTENDO SIXTY-FOOOUR: Manual de
compras para o Dia das Crianças



Segunda feira é o Dia das Crianças. É uma ótima chance de ganhar presentes, brinquedos e parafernálias mil para as crianças, e uma certa dor de cabeça para os pais. Games acabam sendo uma ótima opção de presentes, mas cuidados são necessários. Além de temas violentos que povoam os jogos hoje em dia, muitos são os títulos que aproveitam o foco infantil de seu design como uma desculpa para criar um conteúdo medíocre. Por isso mesmo, o Fliperama montou este – espero útil – manual de compras para a data. Usamos como critério a qualidade e criatividade do gameplay e do visual e , tão importante quanto, o caráter educacional e lúdico de cada título. E para fechar com chave de ouro, em cada console separamos uma sugestão para os pais também curtirem o dia. Confira.




PC

Spore

O que é divertido? Spore é mais um dos projetos/ experimentos do time da Maxis, e embora você não possa acompanhar de forma completa e intuitive o ciclo de vida de uma criatura, de seu início como mera bactéria até toda uma civilização o que temos neste game não deixa de ser admirável: um sistema de criação de personagens e estruturas capaz de atiçar a criatividade até da mais inerte das crianças, jogabilidade fácil, uso do raciocínio e um estilo único. Certamente os pequenos vão adorar ver suas criações mais malucas tomarem vida no rico mundo virtual do jogo.

O que não é lá tão divertido assim? O jogo vem com um sistema de proteção altamente restritivo (o chamado DRM), que impossibilita que o game seja instalado mais do que um limite de vezes. Realmente uma grande decepção no que compete ao consumidor.













World of Goo

O que é divertido? World of Goo tem uma premissa e jogabilidade extremamente simples e natural. O jogador tem a disposição pequenas bolinhas de goma (os Goos) que, agrupados, conseguem formar uma série de estruturas malucas. O objetivo também naõ é nada complicado: lever o maior número possível de gosminha para a saída da fase. Babaca? Longe disso. A introdução de novos tipos de Goo (alguns que agem como balões, outros que se explodem em contato com fogo) e de um sistema de física realista exigem da criança um bom raciocínio. Uma torre alta de Goos não aguenta muito tempo se não houver uma base sólida para suportar o peso. Novamente, o estilo gráfico do game é um grande chamariz, e sua trilha sonora é fascinante.

O que não é lá tão divertido assim? Existem fases que realmente exigem bastante da massa cinzenta do jogador, e crianças podem sentir dificuldades com estágios mais para frente do jogo. Por um lado positivo, eis um game que é legal ser jogado entre pai e filho.











Para os pais: Bioshock

Bioshock talvez seja o jogo menos casual desta lista, mas há um motivo para ele estar aí. O game, altamente centrado e dedicado à sua própria trama, mostra com muita competência a capacidade que os videogames têm de contra histórias dignas do cinema cult, tudo com uma capacidade artística ímpar. A jogabilidade é flúida, porém complexa, exigindo agilidade e raciocínio para decidir qual dos diversos instrumentos que estão ao alcance do jogador devem ser usados ou descartados. O visual é cheio de detalhes e carrega uma vibe sombria e nostálgica, seu ambiente uma utopia decadente no fundo do oceano.
















Xbox 360

Viva Piñata: Trouble in Paradise

O que é divertido? O game da Rare coloca os jogadores em um amplo jardim, que pode ser modificado ao gosto do freguês com lagos, flores, árvores, arquitetura e afins, tudo com uma interface pouco complicada. E não ache que tudo se resume à jardinagem: assim que seu pequeno éden de papel mache ficar atraente o suficiente, ele começara a ser habitado por toda sorte de criaturas. Fica a encargo do jovem gamer cuidar desses animais e vê-los levar suas vidas. As piñatas são muito sociáveis, interagindo uma com as outras, causando todo tipo de confusão, ou vivendo em casais, felizes para sempre. A continuação tomou cuidado para não estragar toda a experiência ao melhorar o sistema de inimigos do jogo, que no game anterior atacava piñatas constantemente e sem aviso prévio. Desnecessário dizer: este game tem charme de sobra.

O que não é lá tão divertido assim?É genuinamente triste ver uma piñata se desfazer em pedaços e dela explodir centenas de docinhos, principalmente se você investiu tempo e carinho cuidando dela. Não ocorre com tanta freqüência quanto no primeiro game, e não é nada traumatizante, claro.










Beautiful Katamari

O que é divertido? Beautiful Katamari, com seu mundo opaco, quadrado e quase sem vida, é incrivelmente cativante. Afinal ele é povoado por pessoas que empurram outras como se fossem carinhos de mão, tigres e vacas andam felizes pelas ruas, enquanto limusines andam por campos. E, claro, a Katamari sai rolando por aí, com o objetivo de se tornar grande o suficiente para um dia se tornar uma estrela. Controlar a enorme esfera de tralha é uma experiência muito divertida, e a simplicidade vai certamente atrair as crianças. Beautiful Katamari é incrivelmente louco em sua criatividade.

O que não é lá tão divertido assim? A magia do game dura pouco tempo, e a rotina nele é um pouco repetitive e curta.













Para os pais: Need for Speed Shift

A famosa série de automobilismo volta às suas raízes em Shift. Isso signifa uma experiência de jogo puramente centrada no ato de dirigir, sem a tentative de inserir contextos e narrativas superficiais. A jogabilidade mescla a simulação e o arcade de tal forma que Shift se torna um bom ponto de entrada para não iniciados na série. Os carros respondem bem e se mantém controláveis mesmo em alta aceleração. Ainda assim, o game apresenta boa AI e um desafio digno para qualquer fã de corridas.

















PS3

Little Big Planet

O que é divertido? Little Big Planet é um inovador projeto do time da Media Molecule que convida os jogadores a criarem seu próprio jogo. Mesmo! A maior parte do conteúdo de verdade do game é feito por sua comunidade de fãs, com apenas uma ou outra fase desenhada pelos próprios designers. O melhor? As ferramentas dadas aos jogadores são de fácil acesso e uso e a própria criação de fases é, por vezes, mais divertida que percorrê-la em si. A culpa é do amplo leque de itens e detalhes que podem ser aplicadas nos estágios. Sackboy, o carismático personagem principal do game, já virou praticamente um ícone pop. Destaque também para a genial trilha Sonora, completa com pop e levadas new age, todos inovadores e ótimo de ouvir.

O que não é lá tão divertido assim? Embora a Media Molecule gerencie a comunidade e evite que conteúdo pesado passe para o game, a natureza aberta do jogo pode resultar em temas pouco recomendáveis para crianças menores. Conteúdo assim é raro, mas pais mais preocupados talvez considerem sensata assistir os pequenos enquanto jogam.











LEGO Batman

O que é divertido? Com humor e charme de sobra, LEGO Batman lembra um desses velhos seriados de heróis que passavam nos domingos de manhã. Jogadores podem curtir aventuras do universo Batman tanto como mocinhos quanto como vilões. Nomes como Coringa, Hera Venenosa, Batgirl, Robin e, claro, Batman, estão inclusos como personagens jogáveis, e cada um conta com suas habilidades, vantagens e desvantagens.

O que não é lá tão divertido assim? O jogo só fica divertido se jogado em grupo. A AI dos parceiros pode ser problemática, a ponto de estragar boa parte da experiência, e o vai e vem dos personagens controlados pelo computador exige paciência das crianças.












Para os pais: Uncharted 2: Among Thieves

Uncharted 2 é o equivalente de um bom filme de Indiana Jones nos videogames. O jogo é lotado de ação, aventura e estilo e seus personagens são extremamente cativantes e bem construídos. A trama faz o jogador se perguntar constantemente, e se surpreender ainda mais vezes, com cenas de tirar o fôlego e um script impecável. Não é um Cidadão Kane da vida, mas lembra uma daquelas melhores sessões pipoca. Um jogo obrigatório para qualquer um que tenha um PS3.

















Wii

Zack & Wiki: Quest for Barbaro’s Treasure

O que é divertido? Este foi um dos primeiros games a realmente compreenderem algumas das capacidades do controle Wiimote. Zakk & Wiki é um game do gênero adventure, e sua jogabilidade gira em torno da exploração e interação com o cenário do jogo. Mas muitas das ações, como pegar uma fruta em uma árvore, ou manejar chaves e geringonças mil, exigem que o jogador movimento e Wiimote de acordo. O resultado é que o gameplay acaba sendo algo altamente intuitivo e divertido, e as crianças certamente se sentirão na pele do pequeno pirata que serve como protagonista do jogo.

O que não é lá tão divertido assim? Embora o visual belo, cuja ferramenta cel shading toma emprestado referências de games como Wind Waker para criar a ilusão de um desenho animado digital, o jogo pode se tornar um pouco maçante para os pequenos. O ritmo de um adventure é naturalmente lento, muito embora a Capcom tenha tentado manter tudo mais simples e ágil.











Animal Crossing: City Folk

O que é divertido? A série Animal Crossing já está por aí há laguns anos, e o sistema de jogo já se provou muito competente. Os pequenos tomam o papel de moradores de uma vila repleta de vizinhos animais esquisitos. Nesta cidade, os jogadores vão convivendo com personagens e vivendo seu próprio dia-a-dia. Há muito conteúdo para ser explorado em City Folk, e um grau satisfatório de customização: tudo desde roupas à mobílias podem ser comprados para seu personagem virtual. Para fechar o pacote, o jogador pode se conectar e admirar as cidades e vidas de outros gamers. A versão do Wii possibilita até o uso da voz com o WiiSpeak.

O que não é lá tão divertido assim? A jogatina online exige muita coordenação da parte dos jogadores: antes mesmo de poder aproveitar o serviço, deve-se digitar o código da pessoa e decidir que irá visitar quem. Além disso, se seu pequeno já conhece a série, haverá pouca coisa nova para se aproveitar em City Folk.













Para os pais: Little King Story

Pode parecer a primeira vista que Little King’s Story é um jogo para o público infantil. Mas não se engane: apensar do clima leve, o humor do jogo é até bem sofisticado. Além do mais, o jeito que a trama do jogo flui lembra muito o clássico de Antoine de Saint-Exúpery, O Pequeno Príncipe: o pequeno rei visita em diversas ocasiões reinos que não o seu, em uma tentativa de aumentar a influência de seu reinado. Os personagens que ele encontra nestes novos locais são dos mais diversos, alguns apresentando críticas à cultura Pop e à geração da televisão, por exemplo. Genial. O game tem uma jogabilidade interessante, combinando alguns temas tradicionais do gênero estratégia: manutenção de recursos, o cuidado com unidades e povoado e, claro, combate.














DS

Scribblenauts

O que é divertido? Este é facilmente nossa melhor sugestão para o Dia das Crianças. A meta do jogo é uma: levar Maxwell até a estrela Starite. Os meios de concluir o objetivo, ah, esse são milhares. A premissa de Scribblenauts é que o que você escreve na tela de baixo aparece no mundo de Maxwell. Isso, claro, não é verdade, mas o simples número e variedade de itens possíveis impressiona. Além do mais, a Warner Bros. está distribuindo o game completamente em português. Assim, até crianças de menor idade podem se divertir experimentando com as palavras.

O que não é lá tão divertido assim? Os controles do jogo deixam um pouco a desejar, fazendo a tarefa de controlas maxwell algo pouco ágil e responsivo. O grosso da experiência está mesmo em experimentar com os limites do jogo.






New Super Mario Bros.

O que é divertido? Esta visita ao já conhecido Reino dos Cogumelos leva o gênero plataforma a novos patamares (desculpe o trocadilho). As capacidades gráficas 3D do DS possibilitaram que os criadores desenvolvessem coisas como cenários rotativos, deformidade de terreno e inimigos gigantes. O trajeto linear até o final do game pode até ser curto, mas há uma série de estágios secretos e caminhos alternativosc para a garotadac desvendar. É o bom e velho Mario, renovado pelas capacidades do processador do portátil

O que não é lá tão divertido assim? Quem jogar este game sem muita atenção vai acabar achando que a experiência é muito curta no fim das contas. É necessária uma certa dose de dedicação para aproveitar ao máximo New Super Mario Bros.






Para os pais: Brain Age

Matemática e leitura pode soar algo como lição de casa para as crianças, mas justamente isso que faz dele um game para adultos: Brain Age é um Wii Fit para o cérebro, e serve como uma espécie de academia para se testar e aprimorar suas capacidades mentais. Jogadores podem montar rotinas próprias para se encaixar em seu cotidiano. E acredite, cada mini-game que faz parte do pacote tem seu charme único e são, no geral, um bocado divertidos.











PSP

Rocoloco

O que é divertido? Além de ser um dos mais charmosos e cativantes jogos lançados para a plataforma PSP (competindo com os pequenos ciclopes de Patapon), Locoroco é também um de seus melhores puzzles. Combinando um pouco do estilo de plataforma, o game de 2006 é um jogo viciante que exige que o jogador apenas pressione dois botões para fazer tudo no game. A simplicidade será sem dúvida um agrado para os pequenos.

O que não é lá tão divertido assim? O jogo é um pouco repetitivo e curto, talvez um pouco devido à natureza minimalista da mecânica de jogo.




















Patapon 2

O que é divertido? Parte jogo de ritmo, parte jogo de ação, parte RPG, parte estratégia e todo estilo, a fórmula de Patapon foi aprimorada em sua seqüência, contando inclusive com um prático modo tutorial para instruir os pequenos nas intrincâncias do gameplay (que, acredite, não são muitas). Patapon é quase um novo gênero por si só, e uma das mais interessantes experiências que o portátil PSP pode trazer.

O que não é lá tão divertido assim? O jogo está apenas disponível via download no sistema do PSP, o que reduz a facilidade de conseguir adquirir o game por aqui. Mesmo assim, vale a pena ir atrás deste título único e original.



















Para os pais: Beaterator

Que tal um game musical que te permita criar faixas inteiras? Beaterator é um estúdio de música portátil, completo com tecnologias dignas de profissionais (e que você encontraria por preços astronômicos). É difícil deixar de indicar este “game” a qualquer um com um mínimo de interesse na música, visto que conta ainda com ferramentas intuitivas e mesmo mecânicas de performance ao vivo. O único contra é que a própria interface do PSP acaba tornando o processo muito mais lento do que devia. Não é o estúdio portátil do sonho, mas é o que mais próximo temos no momento.

















Agora que pais e filhos podem contar com nossas dicas de compra, o Fliperama deseja a todos um bom Dia das Crianças e um bom feriado. Aproveitem.
 
     
Publicidade  
E-mail:
Comentário:
 
     
0 comentário

Quem Somos  |  Equipe   |  Publicidade   |  Parcerias   |  Política de Privacidade e Termos de Uso | Assessoria de Imprensa  
Aviso Legal: O conteúdo deste site é disponibilizado e oferecido pela Norte Digital Entretenimento, em seu nome e por sua conta.  
© 2008 Norte Digital Entretenimento. Todos os direitos reservados - Resolução recomendada 1280 x 1024